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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Estravaza: Batom Vermelho

Este post é o seguimento deste primeiro e super introdutório e de mais um menos introdutório mas igualmente relevante.


Durante algum tempo fui a pessoa que não saía de casa sem batom. Não que fosse incapaz de me ver sem esse rasgo de cor, mas sentia-me muito mais eu. Era um statement que gritava: estou aqui! Existo! Recuso-me a ser ignorada!

Gosto imensamente de cores intensas e vibrantes e os lábios parecem o sítio ideal para as usar. A verdade é que requer um alto nível de manutenção e, neste momento da minha vida, simplesmente não me sinto capaz manter a disciplina que o batom requer.

Isto para introduzir que já usei muita coisa. Acima de qualquer outro, tenho um nível de exigência muito particular pelo vermelho. Infinitamente clássico e igualmente provocador, é uma cor bem mais difícil do que aparenta.


Vamos começar pela teoria da cor. Eu sei que há toda aquela lista de regras sobre batons vermelhos que relacionam o sub tom da pele com o vermelho a usar: mais rosa ou mais laranja. Mas qualquer pessoa que saiba usar tintas (estou a olhar para vocês, pessoal das artes!) sabe que a nível de pigmento (e não de luz) o vermelho é uma cor primária. E porque é que isto é importante? Porque vermelho alaranjado não é vermelho. E vermelho rosado também não é vermelho. E porque vermelho a sério não tem "base azul" porque é uma cor pura.

Perco a cabeça sempre que, enquanto procuro um vermelho, alguém questiona "mas com sub tom laranja, rosa ou azul?". E isso só tornou a minha busca bem mais difícil.


A minha sorte é ter uma mãe incrível que percebe como as cores funcionam. E sabe o que é um vermelho. E quando esta pessoa fantástica decidiu que estava na altura de me ofertar um verdadeiro batom vermelho, escolheu o único que alguma vez me fez verdadeiramente feliz!

Vou neste momento na segunda embalagem do mesmo, da Clinique número 13 - Flamenco. Descobri que a cor foi descontinuada e matou-me um pouco por dentro.

Para lá da cor (perfeitamente vermelha) tem uma textura incrível e hidratante. E dura uma quantidade abusiva de horas! A cor funde-se perfeitamente nos lábios, sem aquele efeito manhoso de batom pousado sobre a pele.

Vale cada cêntimo. Estou no fim do tubo. Não sei como viverei depois disto.

Enjoy, 
The 5

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O Canal aprova: Unhas metalizadas

A ausência foi longa, eu sei. Mas tenho ainda um cantinho do coração neste espaço: Regressei! e trouxe comigo noticias de manicure.

Os dias estão mais cinzentos e, um pouco por toda a parte, há ameaça de dilúvio. Podia trazer cor (que trarei! vos garanto, trarei coloridas notícias!), mas trago hoje somente brilho.

Longe vão os tempos em que dourado era cor de senhora de bairro, de gente chunga de aspecto duvidoso. Em que os prateados e metalizados multicoloridos era bimbarolhice para gente que fala alto demais. Em que ser in era usar somente cores mate, de aspecto inteligente. No more! Que os vernizes brilhantes, que outrora chamaram pela criança em nós, retorne! Venham metalizados, venham! E mostrem que, também vocês, podem ser elegantes e modernos!


Regressei, e trago sorrisos.
Enjoy,
The 5

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Solta suas tranças de mel, Rapunzel

Durante imenso tempo mantive o cabelo curto: dos cortes pelo queixo à máquina zero, passei por todos.

Muita gente me perguntou o porquê. Porque raio haveria uma menina (vejam bem! o drama) de cortar o cabelinho, tão lindo, tão brilhante?! Pois não sei. Porque me fica bem? Porque é estupidamente prático? Porque gosto de incomodar a noção de género pré-estabelecida? Porque é aborrecido ter sempre o mesmo corte? São todas razões válidas... Mas não estou aqui para me justificar. E enquanto ninguém perguntar a uma menina porque raio tem ela o cabelo comprido continuarei sem me justificar.

Passemos à frente, até hoje. O cabelo chega-me quase a meio das costas, após uns meses de crescimento aleatório e desregrado. "Está gigante!" penso eu, meio estupefacta. E agora, que faço eu desta cabeleira? Não sei bem, não sei de todo. Mas, por ora, não me apetece voltar a deixar cair as madeixas (longuíssimas!) à mercê da tesoura.

E questiono-me: será que as meninas com cabelo enorme também se divertem com ele? Acredito que sim. Só ainda não encontrei o corte (ou cor!) que me apaixonou.


Enjoy,
The 5

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Sweet Spring!

         Acordar hoje para um simpático sol foi estupidamente agradável. Tanto que estou de volta! Depois de tanta nuvem cinzenta e da chuva irritante de ontem, achei por bem puxar pelas cores suaves tão primaveris! Ahhhh, quentinho....

Enjoy, 
The 5

terça-feira, 30 de abril de 2013

Lust for Alber Elbaz for Lancôme


        Adoro maquilhagem da mesma forma que quando era criança e roubava os batons da minha mãe: gosto das cores, das embalagens, das formas... de brincar com ela, de desenhar e de inventar personagens. E esta colecção cápsula para a Lancôme representa a forma como eu olho para a maquilhagem: como algo feliz e mágico! Estou absolutamente apaixonada... não sei como vou viver depois disto.







       Não querem absolutamente tudo?
Enjoy,
The 5

sábado, 20 de abril de 2013

Want: Unnatural Hair

        Desde aquele dia em que pintei o cabelo de azul eléctrico (faz já uns aninhos) que cores naturais de cabelo me parecem aborrecidas. Ok, ok, é giro ser ruiva... mas azul, oh wow! Agora, é verdade que dá trabalho... e que fica um pouquinho caro... e que estraga um pouco o cabelo... mas é tão fantástico e divertido!


















        Inspirados?
Enjoy,
The 5

terça-feira, 9 de abril de 2013

Pop of Colour

            A Primavera recusa-se a chegar... e eu recuso-me a acreditar que ela ainda não chegou! Se me apetecem cores fortes e laços na cabeça, é isso mesmo que vou ter! Venham as tempestades que vierem! E mais: terei tudo isso sem rapar frio.


            Perdoem o momento de menina de anime... mas sempre serei nerd, não tentem impedi-lo.
Enjoy,
The 5

segunda-feira, 18 de março de 2013

Os (meus) básicos: Blazer

         Ter um blazer no armário é quase obrigatório! Não digo um daqueles super da estação, com padrões extravagantes ou cores néon e que daqui a 2 meses deixaremos de usar. Digo sim um para ficar.Tem que ser de material bom (pessoalmente, sou fã de lã) e vale a pena investir numa boa peça com corte perfeito. Têm que ser um pouco cintados (e isto conta para menina e menino!) e muito cuidado com a forma como assenta no peito, não queremos aquele ar de secretária saída dum porno!
         É um básico. No entanto não acho necessário que seja sempre aquele blazer preto liso sem graça. Gosto deles discretos e versáteis, sim, mas podem ser giros! Adoro os tons azuis, entre o navy e cobalto, e as riscas horizontais  Padrões intemporais e cores sóbrias, mas que nos façam felizes passados 10, 20, 30 anos! E acima de tudo: é peça para manter, tem que ser paixão!
        Este é o meu (que apanhei um belo dia nos saldos da Lanidor)


            Gostam de dar a volta, ou acham que um básico tem que ser mesmo básico?
Enjoy,
The 5