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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Estravaza: BB cream

Este é o post final. Podem ver aqui um primeiro, seguido de um segundo e finalmente um terceiro.


Eu, como a grande maioria das pessoas, lutei contra um acne feroz durante grande fatia da adolescência.

Tive a sorte de não guardar muitas marcas físicas, principalmente considerando que incorri repetidamente no erro de espremer tudo até criar ferida. Sim, não é charmoso: mas é real.

Foi neste momento da vida que eu acordei para os cuidados com a pele. Controlar a oleosidade e consequente infecção foi a minha prioridade. Para lá da hidratação.

É óbvio que a melhor forma de curar isso é mesmo crescer. A idade resolve imensa coisa. Mas esta pequena crise deixou-me alguns hábitos mais regulares do cuidado da pele.

Isto para dizer que creme todas as manhãs é um hábito relativamente recente. E encontrar algo que se adequasse a mim super difícil. Os critérios são simples: tem que deixar um acabamento mate, tem que ter protecção solar e, acima de tudo, tem que ser simples. Recuso-me a usar várias produtos, camada por camada. Não uso base e, muitas vezes, nada de maquilhagem.


Daí que os BB cream me tenham feito feliz, como a toda uma imensidade de gente. Mas, como tudo, nem todos trazem aquilo que prometem. E protecção solar? Difícil.

Testei alguns. Mas nenhum teve o efeito deste da Vichy (gama Ideália).

Vamos começar pelo princípio. Estive muito próxima de não comprar este creme por dois motivos: o preço está um pouco acima das outras marcas e o nome é muito idiota. Ideália é atrozmente imbecil.

Mas cedi. E ainda bem! A textura é leve, tem só um tom suave de cor e vem com micro brilhantes, característica que certamente irritará muito boa gente mas que me faz feliz. O acabamento é definitivamente mate (dentro do possível, claro) e o toque agradável.


Tem também uma durabilidade simpática. E, mais importante ainda, SPF 25. Não é o ideal mas, considerando a alternativa, é bastante bom.

Acima de tudo, simplifica a minha vida. O que é um grande extra.

Enjoy,
The 5

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Estravaza: Batom Vermelho

Este post é o seguimento deste primeiro e super introdutório e de mais um menos introdutório mas igualmente relevante.


Durante algum tempo fui a pessoa que não saía de casa sem batom. Não que fosse incapaz de me ver sem esse rasgo de cor, mas sentia-me muito mais eu. Era um statement que gritava: estou aqui! Existo! Recuso-me a ser ignorada!

Gosto imensamente de cores intensas e vibrantes e os lábios parecem o sítio ideal para as usar. A verdade é que requer um alto nível de manutenção e, neste momento da minha vida, simplesmente não me sinto capaz manter a disciplina que o batom requer.

Isto para introduzir que já usei muita coisa. Acima de qualquer outro, tenho um nível de exigência muito particular pelo vermelho. Infinitamente clássico e igualmente provocador, é uma cor bem mais difícil do que aparenta.


Vamos começar pela teoria da cor. Eu sei que há toda aquela lista de regras sobre batons vermelhos que relacionam o sub tom da pele com o vermelho a usar: mais rosa ou mais laranja. Mas qualquer pessoa que saiba usar tintas (estou a olhar para vocês, pessoal das artes!) sabe que a nível de pigmento (e não de luz) o vermelho é uma cor primária. E porque é que isto é importante? Porque vermelho alaranjado não é vermelho. E vermelho rosado também não é vermelho. E porque vermelho a sério não tem "base azul" porque é uma cor pura.

Perco a cabeça sempre que, enquanto procuro um vermelho, alguém questiona "mas com sub tom laranja, rosa ou azul?". E isso só tornou a minha busca bem mais difícil.


A minha sorte é ter uma mãe incrível que percebe como as cores funcionam. E sabe o que é um vermelho. E quando esta pessoa fantástica decidiu que estava na altura de me ofertar um verdadeiro batom vermelho, escolheu o único que alguma vez me fez verdadeiramente feliz!

Vou neste momento na segunda embalagem do mesmo, da Clinique número 13 - Flamenco. Descobri que a cor foi descontinuada e matou-me um pouco por dentro.

Para lá da cor (perfeitamente vermelha) tem uma textura incrível e hidratante. E dura uma quantidade abusiva de horas! A cor funde-se perfeitamente nos lábios, sem aquele efeito manhoso de batom pousado sobre a pele.

Vale cada cêntimo. Estou no fim do tubo. Não sei como viverei depois disto.

Enjoy, 
The 5

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Estravaza: Batom do Cieiro

Este post é o seguimento deste outro post interessantíssimo sobre os meus produtos preferidos.


Vamos a uma segunda parte!

É importante começar por explicar a minha relação com batons de cieiro: obsessiva. Experimentei todas as marcas e todas as propriedades mágicas, testei marcas brancas e marcas de culto. Num determinado momento da minha vida, tive 4 diferentes em simultâneo (e todos eles a receber uso). E continuo a querer comprar TODOS, SEMPRE. Porquê? Porque enquanto houver um batom de cieiro por testar no mundo, eu não estarei satisfeita.

Odeio a maioria das marcas, na verdade. Entre aqueles brilhos manhosos, os cheiros avassaladores e a capacidade hidratante nula, tem sido difícil encontrar algo que funcione realmente.

Introduzamos um acaso feliz: decidi comprar este da Burt's Bees.


Mais uma vez não sei qual a disponibilidade em Portugal. O que eu sei é que este tubinho contem magia. E nem sou só eu: oferecei a toda a família no Natal e foi eleito um favorito por unanimidade!

Tem um cheirinho suave e natural. Vem com uma textura rica e oleosa que deixa somente uma camada de aspecto humedecido. Regenera estrondosamente. E há também com cor (que, admito, ainda não testei).

Salvou alguns Invernos e funciona inclusive como óleo de cutículas ou para ajudar a resolver frieiras.

Magia num tubo! Acaba rápido de mais... mas eu uso de forma bem generosa.

Qual o vosso batom de cieiro de eleição?
Enjoy,
The 5

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Estravaza: Creme de mãos e corpo

Tudo o que possuo actualmente teve que passar por uma triagem rigorosa. Parei de usar coisas que não me façam feliz de alguma forma. É a minha regra chave cada vez que compro o que quer que seja: o nível de felicidade compensa o preço?

Quando se fala de produtos de beleza e maquilhagem, já experimentei muita coisa. Já comparei batons de vários preços, cremes de vários cheiros e champôs de muitas marcas. Aprecio a escolha e gosto de testar coisas novas.

No entanto algumas coisas ficaram comigo. Produtos que aprecio verdadeiramente e que me fazem voltar sempre. Hoje venho falar do top 4: aqueles que eu uso e abuso sem me cansar.

Este post será dividido em 4, para evitar ficar muito longo!


Creme de mãos e corpo:

Eu gosto imensamente de cremes. Gosto do cheirinho, da textura e da pele suave.

A verdade é que com a variedade exagerada no mercado, e muitas vezes sem standards de qualidade, comecei a saturar. Tudo cheirava ao mesmo (e tudo cheirava demasiado!), as texturas eram terríveis e a pele começou a cansar comigo. Parei de usar creme todos os dias, testei alguns óleos (que gosto bastante mas ainda nenhum me apaixonou) e continuei uma vida desidratada.

Neste momento, não considero essencial a hidratação diária. A verdade é que a alimentação e o consumo de água têm efeitos melhores e mais duradouros. Mas por vezes é preciso aquele extra, especialmente em tempo frio.


Este creme, da Obey Your Body, foi uma surpresa feliz. Comprei em Amesterdão e não sei qual será a disponibilidade por terras lusas. Mas com o suave cheirinho a kiwi, uma textura impecável (pesada o suficiente mas nada gordurosa) e a capacidade incrível de deixar a pele com toque de cetim, fiquei rendida! É mágico para as mãos, especialmente no inverno. Além disso dura bastante.


Eu uso maioritariamente nas mãos e pés. Na verdade funciona para tudo um pouco. Usei durante algum tempo no rosto e não irritou a minha pele excessivamente sensível. É um a manter!

Enjoy, 
The 5